9 de junho de 2014

Detalhes tão pequenos de nós dois ... Happy Birthday, my Angel!!


Pode ser o pior dia do mundo.
Mas, é esse sorriso tímido que eu gosto de ver para
transformar os problemas em pó!
Como música, minha sintonia com ele é perfeita. Não menos que isso. A única coisa que eu ainda lamento é que não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Mas isso, tenho fé que não demora a acontecer.
Eu que nunca gostei de falar de amor, hoje me reservo o direito de falar de um deles. Foi lá em 98 que o destino resolveu colocá-lo na minha história. Foi, sem duvidas, uma coincidência daquelas que raramente acontecem. Mesmos gostos, mesmo amor, mesmo tipo de mente. Ambos loucamente insanos. Um ídolo feito sob medida. Aquele tipo de presente que você ganha na vida e acaba se tornando o seu favorito a ponto de jamais querer abandonar. Johnny é assim. Esse detalhe tão pequeno de mim, mas, que nas pequenas características, vejo que são detalhes tão pequenos de nós dois.
Foi com Edward que tudo começou. Sua primeira parceria com Burton e a primeira vez que o vi. Tive aquela sensação de amor a primeira vista. E não é que foi?
Me identifiquei de cara com suas estranhezas. Seu jeito inusitado, bizarro, todo diferente de ser, de se vestir e tudo mais. Estilo único e um tipico sujeito que tenta fugir o quanto pode do comum. Johnny é assim. Eu sou assim. Esses padrõezinhos exigidos a nós por todos não nos apetece. Preferimos a ''porralouquice'' de ser. É mais belo por assim dizer e faz da vida algo mais divertido.
Elegância é um dos seus pontos fortes.
E homem elegante pra mim é praticamente
tudo!
Johnny Depp é mais do que se vê nas telas. É preciso abrir a mente para enxergar sua sensibilidade, sua verdade. Mas, quando está com as crianças, essa verdade, além de fofa, se torna nítida. É maravilhoso poder ver o quanto amadureceu depois do nascimento da sua filha Lily. Hoje, ele evita estar envolvido em polemicas. Hoje, ele faz o possível para ser um bom exemplo. Mesmo que boa parte da mídia queira provar o contrário. Mas, é nas premieres dos filmes que atua que ele resolve mostrar que naquele coração existe bem mais que amor a música. Existe alguém cujo o afeto, respeito e atenção são algumas de suas premissas indispensáveis. Existe alguém que demostra com gestos e palavras que é grato aos fãs que possui, com quem trabalha e que é a favor da igualdade. Existe um Johnny capaz de se meter numa briga se for para conseguir justiça. Enfim, um Johnny capaz de encantar uma senhora de 80 e um bebê de 9 meses. E hoje esse moço que arranca suspiros não só por ser um galã, coisa que eu não dou muita bola, pois sei que ele é bem mais que um ator bonito, está fazendo 51 anos.
De todos os seus personagens, o meu favorito
é quando ele resolve ser um pouco
do que sou, apenas, sendo ele mesmo!
É pai, ator, pintor, escritor, ad infinitum... e nas horas vagas se torna um pouco de mim ao se transformar em músico. Foi na adolescência, saindo de casa para ser um guitarrista que seu caminho entortou uns 90 graus e acabou ficando rico como ator. Hoje é um dos mais bem pagos de Hollywood. Alguém, cujo o público, não o deixa na mão e que segundo ele, são seus chefes. Por que nas palavras do próprio Depp, sem nós, as fãs, ele sabe que o emprego dele seria equivalente à 0. Só que isso é o de menos. Porque nada me encanta mais nele do que seu lado RockStar. Aquele lado em que vejo nele muito de mim. Em que a música, esse amor em comum, me coloca em um nível igual. Pois, é só vê-lo com sua guitarra, que aquela emoção que só a música nos causa, transborda. É algo indescritível. Uma sensação que eu sei, ele entende como é. E  esse  detalhe tão pequeno, mas intenso de nós dois, é o que lhe faz diferente e único para mim. Além, é claro, de ser um ator capaz de me fazer navegar em sete mares, tomar chá com um cidadão bem maluco e enfim, de ser essa pessoa que dispensa comentários
São 16 anos acompanhando esse homem. 16 anos vendo seus filmes nas estreias e esperando com ansiedade para os próximos. 16 anos se vendo nele toda vez que ele resolve se embrulhar com a música. É algo realmente que ultrapassa os limites da razão. E que seja, sou louca como seu chapeleiro,  e como ele próprio já bem disse, loucura é só uma questão de ponto de vista. Johnny é a loucura que eu gosto de ter. Johnny é um emaranhado de sonhos misturados com rum. Johnny é esta bagunça que tumultua tudo por aqui. Johnny, enfim, é o único capaz de revelar a melhor parte de mim!

E é na música que me encontro mais perto, mesmo que longe, ainda esteja!
Happy Birthday, my pirate.

Happy Birthday, Johnny Depp!

Minha singela homenagem a este homem que tenho o orgulho de chamá-lo de ídolo.


2 de junho de 2014

Homossexual de 20 anos emociona público no America's Got Talent


Imagina ser expulso de sua própria casa pelos seus pais por algo que você não tem domínio, apenas é e ponto? Foi o que ocorreu com Jonathan Allen, de 20 anos e que simplesmente arrancou aplausos de pé da platéia e dos jurados ali presentes, em sua audição no programa America's Got Talent. Mas além disso, o que me chamou a atenção foi uma de suas frases onde ele diz o seguinte: 
"Em meus piores momentos eu posso escapar pela música..."
Nesta frase me vi por inteiro. Quantas vezes, inúmeras foram elas, que eu escapei pela música? tantas e tantas vezes foram elas. A música, assim como a um cão, quando compreendida se torna a melhor amiga de uma pessoa. E como diria alguém que eu admiro profundamente: 
"Só a música é capaz de nos tocar emocionalmente onde as palavras não podem"
E para terminar, concordo com Nietzsche quando ele diz que sem a música a vida seria um erro. Um grande erro, aliás.  Quem possui essa dádiva de poder cantar, tocar, estar com ela, deveria se considerar a pessoa mais sortuda do mundo. Porque como eu sempre digo: muitos escolhem a música, mas poucos são acolhidos por ela. E Jonathan foi, não só acolhido por ela, mas pelo mundo a partir daquele momento, no ano passado,  que pisou naquele palco.

E tenho dito. 




Se eu fosse os pais deste menino sentiria vergonha. Alguém que possui este potencial vocal coloca na irrelevância qualquer outro detalhe que possa possuir. 

14 de maio de 2014

Clipe de “Love Never Felt So Good” faz referencia aos clipes clássicos de Michael Jackson

 

Junção de rei e príncipe não poderia dar em outra coisa, se não em coisa muito boa. E neste caso não se aplica a ideia de filho de peixe, peixinho é, mas sim, a ideia de: ''Cola em mim que você brilha''. E foi justamente o que aconteceu. Depois que seguiu os conselhos de Michael Jackson, o sucesso de Justin Timberlake decolou.  Principalmente nos últimos meses. 
E agora Justin aparece  no clipe do primeiro single da compilação póstuma de Michael Jackson, Xscape, lançado ontem nos Estados Unidos. Uma grande honra, diríamos. 
Em suma, o clipe lançado hoje de Love Never Felt So Good faz referencia a alguns clipes de Michael, como Beat it e Black or White e a vários passos que se tornaram marca registrada do rei do pop. Como o Moonwalker, por exemplo. Quanto que Justin aparece cantando no clipe rodeado de fãs que cantavam com ele, animadíssimos. 
Michael Jackson faleceu em 25 de junho de 2009, e mesmo  tendo se passado quase cinco anos de sua morte e esta morte conter mistérios e teorias até hoje - como esta última de que está vivo-,  ele conseguiu deixar 'as inimigas' no chão com Xscape.
A edição padrão da compilação conta com oito temas que atravessaram um processo de "contemporização" enquanto que a deluxe possui as mesmas oito canções sem retoques, na sua forma original, bem como uma faixa bónus e dois vídeos sem identificação.
Xscape (estilizado como XSCAPE) é a segunda compilação póstuma do cantor. 

#Partiu matar saudade do Rei com uma dose de Príncipe!!!!! 



13 de maio de 2014

Arte na praça: peruano cria telas com tinta de grafite na Ary Coelho



Semana passada andei saindo da toca. Diferente de tatu, não saí para comer, mas sim para resolver assuntos e mais assuntos que no fim acabou dando em nada. Fue fue fue...Mas, nessas indas e vindas, vi uma certa aglomeração de gente na praça da cidade. Curiosa como sou, me empoleirei no meio do povo para ver o porque de tanto reboliço. Me deparei, com um artista que com tinta, daquelas que usam para pichar muros ou até mesmo fazer grafites por aí, pintava ali na hora, belas paisagens com tudo que tinha direito. 
O nome do artista é Bonny, segundo me falaram na roda ele pinta desta forma desde seus 8 anos de idade. Não é brasileiro e sim Peruano, de Lima para ser exata. Vendia suas obras na praça na hora em que passei por trinta reais ou então a sorteava e para participar deste sorteio só era preciso dois reais e um pouco de sorte. E desta forma, a partir desta colaboração ele compra suas tintas. Ou melhor, suas latas de spray coloridas. De Campo Grande soube que sua próxima parada seria Belo Horizonte. 
Tenho um pé na arte e essa ''descoberta'' foi uma grata surpresa naquele dia. Não só uma grata, mas uma bela surpresa a qual pude presenciar por aqueles minutos em que o tempo foi ali apenas um mero detalhe. 

 

20 de março de 2014

Strike a pose! Canção Vogue da Madonna completa 24 anos

 

Essa canção, de todas da Madonna, é a minha música favorita dela. Tipo assim, DE LONGE! E hoje ela completa 24 anos. (Um ano mais velha que eu! CHOQUEI!)
Madonna, como toda boa rainha, sempre influenciou a Moda. Mas Vogue, diferente do que pensam não faz referencia a isso.  Na letra, a música é sobre se divertir na pista de dança, no entanto, "Vogue" também contém uma parte falada, em que Madonna cita várias celebridades de Hollywood, como Monroe e Bette Davis. 
E seguindo a linha da canção, no clipe de "Vogue", dirigido por David Fincher, Madonna aparece fazendo claramente uma referencia a Monroe, entre outras artistas. Sem citar na homenagem a inúmeros atores Hollywoodianos. Estilisticamente, o vídeo, lançado em 29 de março de 1990  é inspirado nas décadas de 1920 e 30. 
Para alguns o clipe é considerado um clássico, já para a minha pessoa,  um mito audiovisual que só uma rainha seria capaz de fazer. 
Vogue já rendeu diversas parodias, sendo uma delas em Glee. A minha favorita , apenas.






19 de março de 2014

18 de março: dia do fã


Quando penso na palavra fã lembro logo dos ídolos que tenho. Johnny Depp, Marcelo Tas e Pink são personalidades que acompanho há anos. Sendo o mais velho deles o Marcelo Tas, que me apareceu na vida aos quatro anos de idade. Só vindo a descobrir anos mais tarde, mais especificamente em 2008, que era ele o primeiro professor que tive. O inesquecível Professor Tiburcio. E nesse dia do fã, não teria sentido não falar justamente dos ídolos com os quais sem eles não existiriam essa designação. Afinal, ser fã é simplesmente admirar o ídolo em sua magnitude. Não apenas ver sua estética, mas tudo que dele pode ser tirado. Desde princípios a lições, com as quais podemos nos inspirar. 

E lá vou eu...Comecemos pela mulher deste meu trio de ídolos. 

P!nk (Alecia Beth Moore)

 

Canta, dança, atua, humilha. Definitivamente Pink é o tipo de artista completa. Mesmo sem lançar nenhum álbum, consegue angariar prêmios e ser considerada a mulher do ano na música. No Oscar desse ano me deu orgulho ao cantar Somewhere over the rainbow. Brilhou, somente, fazendo a dama de vermelho. E desde 2004 sou sua fã. Tenho todos os seus álbuns e acompanho cada passo que dá, sendo que brinco dizendo que se um dia ela vier ao Brasil vou de jegue, mas vou, em seu show. Afinal, seus lives são de puro amor. Todos perfeitos, na minha opinião. Essa mezzo é divina. Estatua majestosa. Pink é vida. Pink define minha vida nas suas canções. Especialmente em Fuckin Perfect e Who Knew. Pode passar vários anos, mas sempre vou escutar suas músicas e a emoção de ouvi-la sempre será a mesma. Porque ela é uma das pessoas que sempre me lembra do grande amor que tenho pela música e que sem ela, como diria Nietzsche, a vida seria um grande erro. 

Johnny Depp 


Desse não tem o que falar. Dos três ídolos que possuo a ele é quem mais devo gratidão. Temos várias coisas em comum. Para começar guardamos uma grande admiração pelo diferente, por ser fora do normal e por manter a mente aberta para a vida. Johnny é alguém que não guarda preconceitos. Ele faz o que bem entende. E eu acho isso sensacional. Mas, além disso, a música, essa arte tão linda composta de notas e melodias, é o que nos une definitivamente. Tanto ele como eu temos um grande amor por esta arte. Ele ama tocar sua guitarra e eu já amo interpretar canções. Me sinto definitivamente em outro mundo quando me entrego à musica. Pensamos exatamente igual quanto a isso e até mesmo sobre outras coisas. Ele, eu acompanho dede 1998. Seu primeiro filme que vi foi Edward Scissorhands. Filme este que me marcou de um jeito profundo e singular. Vi em Edward muito de mim. Depois conhecendo seu interprete , vi no mesmo muito mais de mim. Muitas coisas em comum. Muitos pensamentos iguais. E isso só serviu para alimentar ainda mais este amor que surgiu aos 7 anos de idade. Definitivamente, ele dos três é quem eu mais amo. Quem eu sou mais fã. Quem, um dia, quando se for vai me afetar de uma forma inexplicável. Por isso gosto de falar dos meus ídolos sempre. Mesmo tendo muita gente que não goste deles. Não quero lembrar deles após a morte e não tenho medo de assumir de quem eu gosto. A quem realmente tenho que dizer Obrigada! Porque sem saberem de nada conseguiram me dar os melhores conselhos. Que estiveram presente e agradecem, a cada oportunidade que tenham, o amor, que nós fãs, devotamos a eles. Johnny é desses. Prefere em premieres atender pessoas histéricas e emocionadas por estarem tão perto dele do que alimentar o ego da fama.  Ele tem a simplicidade nos atos e a humildade se apresenta sempre que o vejo se curvar para cumprimentar uma criança ou tratar um fã ou uma fã com a sua timidez paranoica regada de afeto.  Ele nos olha nos olhos. Segura a mão para acalmar o nervosismo. Ele nos trata como se deve. Como fãs e responsáveis por seu sucesso. Porque deve saber que a gente é que está do lado dele, pelo sim ou pelo não. Independente do que criticos e revistas digam. Johnny é avesso a essas criticas e fofocas. E meu apoio ele sempre terá. E tenho orgulho em dizer que ele tem meu apoio,  após as novidades mais recentes sobre sua vida, porque até então pensava que eu era uma poser, que apenas o achava lindo e que não merecia esse titulo de Depphead. Mas, de tudo, que também não conhecia em nada meu ídolo. Mas, o conheço. E ainda tenho muito a conhecer. Afinal, quando se trata de Johnny Depp, a loucura não passa de um ponto de vista. 

Marcelo Tas


Tas dos ídolos que tenho é o mais antigo. Foi com quatro anos, na TV cultura, como professor Tiburcio, que eu o conheci. Adorei aquele personagem esquisito e medonho de cara. Foi o primeiro professor que tive, aliás. Com ele aprendi o que era vermelho e até mesmo a contar. Coisas, que foram aprofundadas na escola depois. Hoje, no jornalismo, é uma das mais fortes inspirações que possuo. Como Varella mitou, sem medo de ousar, ao perguntar ao Maluf se ele era ladrão. E mesmo não conseguindo vê-lo mais com tanta assiduidade como via antes, ainda o acompanho nas redes sociais. E sempre que vem a minha cidade dar suas palestras faço questão de estar presente. Mesmo já as sabendo de cor e salteado. Tas, ainda é dos poucos profissionais de comunicação que sabe usá-la na sua plenitude. Pernoitando na TV até chegar por ali, apenas a um tweet de distância. 

Aos meus ídolos , dedico apenas admiração, carinho e gratidão. Gratidão pelo aprendizado e por terem sido todos eles exemplos de que o diferente é normal e que a ousadia é necessária. 

10 de março de 2014

Uma carta de mãe para mãe

Que o sistema presidiário brasileiro não é lá uma beleza isso ei de concordar. Mas, daí querer dar a presos as regalias que essas pessoas que acordam todos os dias para trabalhar e sustentar a família de uma forma digna, responsável e sem prejudicar quem quer que seja, não possuem é de lascar a paciência. Como por exemplo, o de receber comidinha de parentes, visita intima e colchão do bom e do melhor para dormir, enquanto que tem gente por aí que mal consegue dormir por causa das contas que tem que pagar ou porque o pouco dinheiro que batalha mal dá para comprar comida. E diante dessa opinião, vi no facebook da Cris Paiva, uma carta, onde uma mãe desabafa para outra mãe de SP, após te-la visto em um noticiário na TV, abordando justamente isso que acabei de expor.
Enquanto o Direitos humanos se preocupa com quem não esteve nem aí com outro ser humano na hora de matar, roubar, traficar e etc, há um bando de gente que precisa realmente desse apoio morrendo em filas de hospitais públicos e vendendo o almoço para comprar a janta.

DE MÃE PARA MÃE
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Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão, contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM, em São Paulo , para outra dependência da FEBEM, no interior do Estado.
Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes, decorrentes daquela transferência.
Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc.
Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender seu protesto. Quero com ele fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho.
Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos, porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha para mim importante papel de amigo e conselheiro espiritual.
Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo-locadora, onde meu filho trabalhava, durante o dia, para pagar os estudos à noite.
No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde tumulo, num cemitério da periferia de São Paulo...
Ah! Ia me esquecendo, e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranquila, viu, que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.
Nem no cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas "Entidades" que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto, e talvez me indicar:"Os meus direitos"!

Se essa carta é verídica eu não sei. Mas o que me pergunto é: Direitos humanos, para quem, para quê e por quê?

Apenas tentando entender essa ''minoria'' sendo protegida enquanto que outras que precisariam mais estão como dizem o povo, A Deus Dará!