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7 de janeiro de 2014

Dia do leitor: Leite, leitura - Paulo Leminski

Em dezembro li ''Inferno'' de Dan Brown, e agora estou lendo A menina que roubava livros pela 2ª vez, para relembrar a história antes de ver o filme.  
Ler é um exercício não só para mente, como para a alma. Se transferir através de simples palavras para um mundo além é a singela magia que guarda as páginas de um livro. 
Objeto este que é uma tecnologia avançada, que não trava, apesar de interativo. Já que podemos ir para qualquer página a qualquer momento. 
Ter um livro em mãos, é ter uma passagem para qualquer lugar sem precisar sair do quarto. 

 7 de janeiro: DIA DO LEITOR



Leite, leitura
letras, literatura,

tudo o que passa,
tudo o que dura
tudo o que duramente passa
tudo o que passageiramente dura
tudo,tudo,tudo
não passa de caricatura
de você, minha amargura
de ver que viver não tem cura

Paulo Leminski

1 de outubro de 2013

Editor de 'Harry Potter' quer publicar obra de misterioso escritor brasileiro

Livro conta a história da jovem Mary, que vive atormentada por criaturas medonhas

Conhecido apenas como o escritor mascarado, o enigmático brasileiro que vem publicando trechos de seus textos na internet despertou do editor Barry Cunningham o interesse de uma possível publicação. Barry, aliás, foi quem descobriu a clássica saga Harry Potter dando a até então desconhecida J.K Rowling a oportunidade de publicar sua primeira obra.
Barry, ex editor da Bloomsbury, disse à BBC Brasil que quer ser o "mentor" do autor misterioso, que nada revela ao seu público virtual,  se identificando apenas com o pseudônimo Dark Writer.
Em seus perfis no Facebook e no Twitter e no site DarkWriterProject, o escritor aparece com uma máscara que ganhou do designer de joias japonês Joji Kojima, que confeccionou máscaras para a cantora Lady Gaga.
"Eu li o primeiro capítulo em inglês pelo Twitter e vi logo que ele tinha talento, mas que precisava aprimorar a estrutura da narrativa", diz Cunningham, que mantém contatos frequentes com Dark para discutir sobre os avanços do livro de estreia do autor, que deve ter vinte capítulos.
O editor compara o misterioso escritor a um trovador moderno que mostra que os livros não vivem apenas em prateleiras empoeiradas, mas podem surgir no âmbito virtual. 
"Dark Writer é um dos precursores e um dos melhores escritores até agora a abrir caminho para que suas histórias cresçam online com uma interação direta com seu público", afirma Cunningham, que atualmente comanda a editora Chicken House, responsavel  por publicar a série Túneis, outro sucesso no Brasil entre o público infanto juvenil.
Já Dark Writer explicou em entrevista BBC brasileirque a escolha pelo anonimato foi motivada por uma mistura de timidez e a vontade de brincar com a imaginação das pessoas.
"Fiquei com vontade de ver como reagiriam ao ler algo de alguém que não sabem se é jovem, velho, homem ou mulher", diz.
"Acho que os leitores muitas vezes se preocupam demais com quem escreveu o livro, em vez de simplesmente mergulhar na história." E convenhamos que nisso ele tem razão. 
Vamos muitas vezes atraídos mais pelo escritor, capa ou outros ornamentos literários do que pela própria história contida dentro do livro.
Contanto, a historia criada por Dark Writer relata a vida de Mary, uma jovem britânica de 16 anos que durante um ano muito conturbado para todo planeta parte de férias com os pais.
Após vários contratempos que retardam a viagem de verão, entre os quais a queda de um meteorito que levou a torre do Big Ben ao chão, uma forte luz surge na estrada e vira a vida da garota de cabeça para baixo.
Quando abre os olhos, Mary está em um ambiente completamente diferente e não vê seus pais. Ela carrega um estranho medalhão de prata no pescoço e tem de enfrentar criaturas medonhas.
Já a inspiração para essa história vem da infância, pois, como toda criança, ou pelo menos em sua maioria,  Dark, na sua infância,  gostava de criar mundos alternativos e escrevia pequenos contos transformando até seus amigos da escola em personagens.
Porém, por orientação de Cunningham, Dark Writer retirou do ar o que tinha postado até agora, mas ainda é possível baixar o primeiro capítulo em inglês e em português no site Darkwriterproject.com.
Sendo que só saberemos como irá acabar a história de Mary no final do ano que vem, quando o livro chegará às livrarias, colocando um fim também no mistério que ronda a identidade do autor.
E enquanto isso não acontece fica a ansiedade acompanhada de uma boa dose de curiosidade para saber onde tudo isso vai dar.

Fonte - BBC Brasil

29 de setembro de 2013

Mafalda, de Quino: 49 anos da sua primeira publicação

“Na vida real, eu nasci em 15 de março de 1962″ já dizia Mafalda em sua carta de apresentação. Pois, mesmo não tendo ocorrido a campanha para qual foi criada, Quino, o cartunista criador da personagem guardou as tirinhas publicando-as pela primeira vez em 29 de setembro de 1964 na revista Leoplán, levando a partir disso, poucos meses para que a pequena se tornasse um ícone infantil. 
Sendo muitas vezes comparada ao personagem Charlie Brown, de Charles Schulz, principalmente por Umberto Eco em 1968, Mafalda habitou muitos dos jornais que li desde que me entendo por gente, sendo que hoje, completa-se 49 anos que essa tirinha (muitas vezes contendo mensagens de cunho humanístico e de paz mundial através de uma garotinha que se rebelava com o estado atual do mundo) teve sua primeira publicação nesta revista, onde primeiramente ela surgiu com seus pais, sendo Filipe acrescentado em janeiro de 1965. 
Tendo partido a proposito a  sugestão de que Mafalda viesse a ser um cartoon de verdade, do editor chefe desta mesma revista, Julián Delgado, que também era amigo do cartunista.
Imagino que Mafalda hoje estaria se rebelando contra a atual situação do Quênia e é lógico sobre as armas químicas na Síria. Tirando outros fatores que existem desde quando ela foi concebida, como o fato de alguns terem muito e outros terem muito pouco, a saúde pública em frangalhos, etc.

Mas de onde veio o nome Mafalda?

O nome dessa personagem encantadora foi inspirado pela novela Dar la cara, de David Viñas, tendo a mesma novela também inspirado alguns outros personagens criados em 1962 para um cartoon de propaganda que deveria ser publicado no diário Clarín. Mas o jornal  rompeu o contrato e a campanha foi cancelada. 
Mas como tudo que é bom dura pouco, Mafalda teve seu fim em junho de 1973, quando o cartunista Quino decidiu cortar a publicação de suas histórias. Sendo que desde então o cartunista resolveu trazer de volta Mafalda algumas poucas vezes, como por exemplo, em 1976, onde a personagem  ilustrou  um pôster para a UNICEF mostrando a Declaração Universal dos Direitos da Criança. 


25 de julho de 2013

Desiderata - Max Ehrmann


"No meio do tumulto e da agitação, caminhe tranqüilo, lembrando-se da Paz que pode existir no silêncio. Procure viver em harmonia com as pessoas que estão ao seu redor, sem abrir mão de suas próprias convicções.
Fale a sua verdade, mansa e claramente, e ouça a verdade dos outros, mesmo a dos insensatos e ignorantes, pois eles também têm a sua própria história. Evite as pessoas escandalosas e agressivas; pois elas afligem o nosso espírito.
Procure não se comparar aos outros, o que o tornaria presunçoso ou amargo, pois sempre haverá alguém acima e abaixo de você. Desfrute de suas conquistas, bem como de seus planos.
Mantenha-se interessado em seu trabalho, por mais humilde que lhe pareça, pois ele é uma bênção diante das incertezas do tempo. Tenha cautela nas suas atividades, já que o mundo é cheio de armadilhas, mas não se torne cego ao bem que sempre existe: muita gente luta por grandes ideais, e em toda a parte a vida está cheia de heroísmos.
Seja você mesmo. Sobretudo, não simule afeição, e não seja leviano com relação ao amor: diante de tanta aridez e desencanto, ele é perene como a relva.
Ouça com carinho o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com os arroubos da juventude.
Alimente a força de espírito que o protegerá na sorte inesperada. Mas não se desespere com perigos imaginários: muitos temores nascem do cansaço e da solidão.
Além de manter uma saudável disciplina, seja gentil consigo mesmo.
Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui! E mesmo que você não possa perceber, a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino. Assim, esteja em paz com Deus, como quer que você O conceba. E quaisquer que sejam os seus trabalhos e aspirações, na cansativa luta da vida, mantenha-se em paz consigo mesmo.
Apesar de todos os enganos, problemas e sonhos desfeitos, este ainda é um mundo maravilhoso. Entusiasme-se. E faça tudo para ser feliz"

Este texto aparece em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo, precisamente, na cena em que aparecem vários Jack Sparrow, onde Johnny possui uma tatuagem nas costas. As frases nas costas do personagem trata-se deste poema, em prosa, chamado Desiderata, que significa "aspirações" em latim, escrito por Max Ehrmann, em 1927 e publicado em 1952. E que eu procuro ter como inspiração diante das ocorrências do dia a dia . #FicaaDica


Au revoir.


23 de julho de 2013

É permitido mandar o Kanye West pra...??!!!

Recalque é dose, mas o do Kanye West é uma porção inteira. Dessa vez o projeto de Chris Marrom resolveu atacar a Pink. Oi?! Quem é ele na noite para criticar a P!nk??!! Se coloca na toca da capivara meu filho, por favor. Iemanjá me possua para aguentar  ver uns absurdos desses. 
Mas sobre o áudio em que o cidadão critica a Pink, a própria disse não estar chateada: “Se as pessoas gravassem secretamente tudo que eu falo… Está tudo bem. Tudo amor. Ainda estamos todos aqui. Paz, por favor”.
Fez a rainha da bateria na cara da sociedade! Divaaa! #ChupaKanyerecalcado. Vai chorar na cama que é lugar quente, bem! Só porque foi deixado de fora do VMA! fue fue fue...
De qualquer forma meu recadinho de fã da loira que esta arrasando nos primeiros lugares das paradas mundiais e ainda estrelando um filme , é esse:

 

Vai com essa inveja para bem longe, Exu sem luz. Ou de preferencia vai caçar um roça de milho pra trabalhar!

Oh Gosh!

26 de junho de 2013

Infância Roubada de Telma Guimarães e Júlio Emilio Braz

Convenhamos que no País, mesmo com a proteção do ECA ( Estatuto da Criança e Adolescente), deve haver crianças submetidas ao trabalho escravo. Principalmente em lugares como carvoarias e plantações, normalmente situadas no interior, onde  a fiscalização não só é precária como as condições de vida muitas vezes não são das melhores. 
O livro Infância Roubada, apesar de parecer ter sido feito para o público infanto-juvenil devido as ilustrações extremamente coloridas, relata de forma fictícia, porém com certa proximidade, a vida de duas crianças que trabalhavam em condições precárias em uma panha. Ou seja, em um laranjal.
O sonho de uma das crianças era estudar. Mas, se optasse por isso passaria fome, já que cada minuto na panha valia dinheiro. Dinheiro este que seus pais batalhavam de segunda a sábado, sol a sol para conseguir.
Acredito que possa existir no Brasil, mesmo sendo esta uma história com personagens fictícios, crianças nas mesmas condições de vida.  Pois, mesmo com os bolsas tudo,  a distribuição de renda e a péssima qualidade educacional fazem com que a evasão escolar aumente e as crianças tenham que trabalhar para trazer o pão para casa.
O livro traz em historias curtas um problema sério. Afinal, o melhor de ser criança é não ter que trabalhar. Ainda mais em situações que não são dignas nem mesmo para os adultos.

3 de janeiro de 2013

E tudo mudou...


O rouge virou blush 
O pó-de-arroz virou pó-compacto 
O brilho virou gloss 

O rímel virou máscara incolor 
A Lycra virou stretch 
Anabela virou plataforma 
O corpete virou porta-seios 
Que virou sutiã 
Que virou lib 
Que virou silicone 

A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento 
A escova virou chapinha 
"Problemas de moça" viraram TPM 
Confete virou MM 

A crise de nervos virou estresse 
A chita virou viscose. 
A purpurina virou gliter 
A brilhantina virou mousse 

Os halteres viraram bomba 
A ergométrica virou spinning 
A tanga virou fio dental 
E o fio dental virou anti-séptico bucal 

Ninguém mais vê... 

Ping-Pong virou Babaloo 
O a-la-carte virou self-service 

A tristeza, depressão 
O espaguete virou Miojo pronto 
A paquera virou pegação 
A gafieira virou dança de salão 

O que era praça virou shopping 
A areia virou ringue 
A caneta virou teclado 
O long play virou CD 

A fita de vídeo é DVD 
O CD já é MP3 
É um filho onde éramos seis 
O álbum de fotos agora é mostrado por email 

O namoro agora é virtual 
A cantada virou torpedo 
E do "não" não se tem medo 
O break virou street 

O samba, pagode 
O carnaval de rua virou Sapucaí 
O folclore brasileiro, halloween 
O piano agora é teclado, também 

O forró de sanfona ficou eletrônico 
Fortificante não é mais Biotônico 
Bicicleta virou Bis 
Polícia e ladrão virou counter strike 

Folhetins são novelas de TV 
Fauna e flora a desaparecer 
Lobato virou Paulo Coelho 
Caetano virou um chato 

Chico sumiu da FM e TV 
Baby se converteu 
RPM desapareceu 
Elis ressuscitou em Maria Rita? 
Gal virou fênix 
Raul e Renato, 
Cássia e Cazuza, 
Lennon e Elvis, 
Todos anjos 
Agora só tocam lira... 

A AIDS virou gripe 
A bala antes encontrada agora é perdida 
A violência está coisa maldita! 

A maconha é calmante 
O professor é agora o facilitador 
As lições já não importam mais 
A guerra superou a paz 
E a sociedade ficou incapaz... 

... De tudo. 

Inclusive de notar essas diferenças 

- Luis Fernando Veríssimo -

30 de abril de 2012

Saudade e a falta que me faz

Procuro nos búzios e no horóscopo o resto da minha dignidade. Tento ser mais cética, mais durona, mas sou totalmente tendenciosa quando alguma coisa diz que eu posso ser feliz. É sempre mais fácil culpar o autosabotamento com signos do zodíaco ou algo que se preze, do que entender que você, independente de onde marte esteja neste exato momento, gosta de arrancar as próprias penas apenas para ver aonde dói.
Gosta de se cutucar para ver aonde sangra, aonde incomoda, que parte do seu corpo sente mais falta dele, em que momento do dia você perde a razão, fica sem ar, o porquê grita tanto internamente ao ponto que se deita exausta de tanta coisa que é sua, mas que você não sabe lidar, e por isso é fácil apelar para o impalpável e para todas as superstições existentes para que tirem a culpa que você carrega de querer tanto ser como os outros, mas não é.
O amor que tanto se proclama, dessa busca e espera infindável, "que chegue e será bem vindo, que será esperado" que some em alguns meses, que se sobrepõe na esquina por um outro qualquer, por essa falta, esse buraco no estômago, essa fome de se sentir amado, de se sentir querido, de se sentir seguro, quando amor é nada além da sensação de estar caindo e não saber onde se segurar.
E por isso eu culpo toda e qualquer manifestação esotérica, pelo meu amor volúvel que vai para qualquer pessoa que me desperte algo que valha terminar o dia, e sendo assim é mais fácil despejar em alguma coisa impalpável a minha incapacibilidade de ser como o resto das pessoas.
Porque eu nunca tive motivos para acreditar em nada que dure para sempre. Porque eu sempre fui tocada pelas mais diferentes formas de vida e por qualquer frase um pouco mais inteligente, porque dói entender que a posição da lua não interfere no quanto eu morro um pouco todos os dias. Porque eu acredito em tudo e isso de não descartar nada, me faz voltar para casa depois de me apaixonar a cada esquina, e querer uma cama só.
Eu me machuco pra saber onde dói, mas hoje sei exatamente que parte de mim sente mais falta dele. Tudo.

Trecho de Madame Bovary

"Amor eu sinto a sua falta, e a falta é a morte da esperança, como um dia que roubaram o seu carro, deixou uma lembrança..."
- Nando Reis

" Impossivel não sentir falta de alguém, quando a saudade não lhe deixa esquecer..."

31 de outubro de 2011

Carlos Drummond de Andrade: 109 anos de um modernista brasileiro

Em tempos onde não se diz mais meu amor, Carlos Drummond de Andrade seria considerado um careta apaixonado. Apesar de o proprio Drummond não dar muita vazão para as datas, demostrado muito bem no poema O tempo passa? Não passa -  “São mitos do calendário tanto o ontem como o agora, e o teu aniversário é um nascer toda a hora…”, hoje, quando o autor completaria 109 anos, foi instituido o dia 'D' em sua homenagem, com direito até a site < http://diadrummond.ims.uol.com.br/ > lançado no inicio do mês.
Mas, meu poema predileto de Drummond se chama Anoitecer.  Publicado no livro a Rosa do Povo, este poema foi o ponta pé inicial  para minha curiosidade e gosto pela vida e obra deste poeta modernista mineiro.

Anoitecer
(Carlos Drummond de Andrade)

É a hora em que o sino toca,
mas aqui não há sinos;
há somente buzinas,
sirenes roucas, apitos
aflitos, pungentes, trágicos,
uivando escuro segredo;
desta hora tenho medo

É a hora em que o pássaro volta,
mas de há muito não há pássaros;
só multidões compactas
escorrendo exaustas
como espesso óleo
que impregna o lajedo;
desta hora tenho medo.

É a hora do descanso,
mas o descanso vem tarde,
o corpo não pede sono,
depois de tanto rodar;
pede paz - morte - mergulho
no poço mais ermo e quedo;
desta hora tenho medo.

Hora de delicadeza,
gasalho, sombra, silêncio.
Haverá disso no mundo?
É antes a hora dos corvos,
bicando em mim, meu passado,
meu futuro, meu degredo;
desta hora, sim, tenho medo

~♠~

29 de outubro de 2011

Livro, câmera, ação!


A leitura é inspiradora e o mercado cinematografico sabe bem disso. É inegável o fato de que muitas das obras da 7ª arte vieram inicialmente das páginas de um livro. Como é o caso de Harry Potter, Crepúsculo, Marley e Eu, O caçador de pipas, Código Da Vinci, Anjos e demônios, O nome da Rosa, James Bond, Crônicas de Narnia, o recente Percy Jackson, dentre outros.   E até mesmo algumas produções nacionais como no caso de Carandiru e Cidade de Deus já tiveram sua obra literária adaptada para o cinema. 
E não é apenas no cinema que a literatura tem colocado sua marca, pois, os produtores de seriados também tem investido e muito em histórias literárias e as adaptando para a televisão.
As séries The Vampire Diaries, Gossip Girl, Games of  Thrones, Dexter, Pretty Little Liars, True Blood, e a série nacional O Divã, são bons exemplos desta façanha produzida nos estúdios. 

Mas, diante de tudo isso, devo concordar que não importando a mídia a qual o livro foi adaptado ou reproduzido, nada substitui uma boa história e um bom autor!

10 de outubro de 2011

A primeira esposa de Pearl S. Buck

Sempre que me perguntam qual é o meu livro predileto, digo que é este e acredito que  quem curta a cultura oriental, vai também gostar dele.
A obra 'A primeira esposa' escrita  por Pearl S. Buck, traz a tona a discussão do papel da mulher na antiguidade que com o tempo assumiu um posto que se iguala e algumas vezes até mesmo supera ao do homem.
Pearl S. Buck
A China, país onde se passa a história, sempre foi conhecido por ser um país de leis rigidas e profundamente disciplinado, e essas caracteristicas são apresentadas na vida de uma chinesa que foi educada apenas para servir o marido, os sogros e educar seus filhos.
Porém, seu marido, após uma viagem que fez ao Ocidente para estudar, volta diferente e mesmo ela tentando ser como ele desejava, sua criação, principios e até mesmo conceitos que tinha sobre ser 'Esposa' foram mais fortes, e a impediram da mudaça que poderia ter segurado seu marido.
A historia termina de uma forma que não vou contar. Mas, para quem gosta de uma boa literatura estrangeira, tá aí uma boa dica. Até porque, apesar do livro ter sido escrito em 1933, ele debate vários assuntos que até hoje são tema de discussões, como o papel da mulher na sociedade e  o adultério.