30 de novembro de 2013

Uma orquestra em um violino


Tem certos videos que dispensam comentários. E tem certos artistas de rua que dispensam elogios por serem unicamente brilhantes, como o Bryson Andres. Um cara que simplesmente transforma um violino em uma orquestra!

29 de novembro de 2013

Restauração


Reinvento-me em meio as tempestades
 Me mantenho de pé 
Arranjo outros motivos
Desfaço importâncias
Invento outros planos
Traço linhas de mais um projeto 
Inacabado 
Antes mesmo de ser pensado

Reinvento realidades
Outros motivos
Outras ideias
Acrescento conceitos
Crio novos pré conceitos
Me despedindo da confiança
Praticando o desapego
Do que já esqueci

Restauro cada esperança
Sem perder a fé
Sem dar motivo pra confiança
Sem apegar ao incerto
Dando chance ao nada
E oportunidade a ninguém
Provocando na renovação 
Só um motivo para existir

27 de novembro de 2013

Continuação de Alice in Wonderland tem data de estreia confirmada


Maravilha! O que eu tanto esperava, finalmente se confirmou. Alice no País das maravilhas, filme de Tim Burton e que foi, indiscutivelmente, uma das maiores bilheterias de 2010 e da Disney, teve a data de sua continuação confirmada. E Johnny Depp, a quem  acredita ser o responsável de parte deste lucro do primeiro filme, estará de volta como Mad Hatter (Chapeleiro Maluco) para a minha irresistível felicidade!

Êta noticia boa, senhor! Pelo menos pra mim que sou fã do Depp!

A versão de Burton da obra de Lewis Carroll é a mais brilhante na minha opinião. O toque sombrio, a ideia de colocar Alice não mais como criança, mas com uma roupagem mais adulta, com responsabilidades a assumir após a morte do pai, trouxe outra interpretação de uma obra por muitos considerada infantil. E mesmo com essa interpretação particular de Burton e talvez a que chegue mais perto do que de fato é a estória escrita por Carroll, o filme pode ser assistido por qualquer um que seja, independente da idade.

Afinal, qual a semelhança entre um corvo e uma escrivaninha?

E o Chapeleiro, seria ele nossa criança interior? Talvez. O que se sabe é que na época de Lewis, o uso de chapéus era comum e exigido socialmente. E a maluquice dada ao chapeleiro se deve ao fato do produto que os chapeleiros usavam, o mercúrio, provocar distúrbios mentais com o passar dos anos. Mas, no caso de Alice In Wonderland, o Mad hatter de Johnny Depp vai além de somente criar chapéus. Ele traz para os olhos o que se passa na cabeça de cada um. É como se cada chapéu que fizesse- e isso pode ser percebido na cena em que ele experimenta vários chapéus na rainha de copas ( Helena Bonham Carter) -fosse único, não só em modelo como em personalidade. Pois, de alguma forma, seus chapéus completavam quem quer que os usassem.

“Vejam só, tantas coisas estranhas tinham acontecido ultimamente que Alice começara a pensar que muito poucas coisas eram na verdade realmente impossíveis.“

De qualquer forma,a curiosidade por esta continuação paira na cabeça de quem gosta tanto do Depp ( como eu, rs), como  de quem gostou do filme dirigido por Tim Burton, grupo o qual também me incluo. Sendo que James Bobin (Os Muppets) será o diretor dessa continuação com data prevista de estreia para 27 de maio de 2016. No mesmo ano, aliás, em que o quinto filme da saga Piratas do caribe, também protagonizado por Depp, deverá estrear.


 Êta, lêlê! Segura que em 2016 o cinema só vai ter Johnny... Vai vendo!!!


Enfim...

Será que Alice voltará para o seu País das Maravilhas e verá no Chapeleiro algo bem mais além do que apenas um amigo?

É o que me pareceu subentendido no final do primeiro filme e o que algumas fanfics e fãs até torcem para acontecer.

Afinal, convenhamos que seria lindo ver Alice e Chapeleiro juntos.
~ Shippo total!

21 de novembro de 2013

A música não tem cor

Reles engano dizer que a música tem algum limite. Seja ele de raça, sexo, religião e etc.
Música nada mais é que uma linguagem universal. Para não dizer divina. E é o cúmulo insinuar que determinada pessoa não pode chegar a ser um Pavarotti pelo simples fato de ser negro. Desde quando a arte, em especial a música, é algo só de brancos? Sinceramente acho que os melhores cantores, pelo menos em sua maioria ,são negros. 
Com apenas 27 anos, o tenor Jean William já se apresentou em lugares  simbólicos da música lirica, como a Sala São Paulo e do Lincoln Center. Além de se apresentar em breve no museu metropolitano, em New York, com acompanhamento de orquestra. Porém, no inicio de sua carreira foi desencorajado por um professor  em Ribeirão Preto a seguir adiante com seu sonho de cantar ópera, pois seria uma difícil tarefa  já que não existia ''príncipes negros''.  Uma opinião clara de racismo e ignorância
Anos depois, Jean provou o contrario. Ganhou uma bolsa na Itália e estreou em uma ópera dinamarquesa. E espantado com a escolha ouviu que não teria diferença nenhuma ele encenar o papel de um personagem branco. Afinal, como bem disse o compositor da peça: 

Música não tem cor. 



17 de novembro de 2013

Nunca antes na história desse país vi político se apresentando à Polícia

Genuino desfilando na passarela rumo a cadeia muahaha!
Dando em pizza ou não, já podemos dizer que é alguma coisa. A farra dos mensaleiros acabou e a liberdade de alguns, pelo menos por um tempinho, também. José Dirceu, José Genoino e companhia já estão no presídio da Papuda, em Brasília, e não no Congresso, que também parece uma cadeia, já que certamente deva existir ali, mais bandidinhos representando o povo, em sua maioria, trabalhadores engabelados por esse bando nas eleições. Infelizmente, diferente dos pobres coitados - que não inocento, muito pelo contrário, roubou, tem que pagar -, os mensaleiros, tão ladrões quanto qualquer bandido arrombador de banco, desceram no aeroporto livres, leves e soltos, sem nenhuma algema. Como se tivessem descendo como turistas que só vão passar umas “feriaszinhas” em um certo presídio da cidade. Por favor, né? Ninguém merece! As várias manifestações, mesmo que perdidas ou como alguns julgaram, sem nenhum propósito, pelo visto serviu para que assustasse um pouco essa gangue do dinheiro lavado, dos laranjas e dos caixas 2 da vida. A questão é que, pelo menos, posso dizer que nunca antes na história desse país houve um momento em que políticos, merecedores das grades do xilindró, se apresentaram a Polícia com tão boa vontade de estarem presos. Aliás, querendo ou não, de certa forma eles ainda viverão em mordomia. Levando se em consideração que nas cadeias deste país, bandido tem mais regalias que qualquer cidadão que rala de sol a sol para ganhar o pão que coloca na mesa. E espero, com o resto de esperança que ainda me sobra nesse Brasil, que eles cumpram a pena determinada integralmente, não tendo habeas corpus ou o diabo que seja como meio de cumprir em liberdade, sendo este apenas o começo de uma limpeza que há muito tempo nossa política está merecendo ter. Já que é nas eleições, que a tão falada democracia e o desejo do povo se faz.

16 de novembro de 2013

Filme da semana: O pianista de Roman Polanski

Depois de Edward Scissorhands, O pianista, filme vencedor de 3 Oscars, 1 BAFTA, dirigido por Polanski e protagonizado por Adrien Brody ocuparia sem dúvidas o segundo lugar da lista dos meus cinco filmes favoritos. A trama que gira em torno das memorias do Pianista, trás algum conhecimento sobre o nazismo e o inicio da Segunda guerra mundial, onde os judeus poloneses sofriam restrições, mostrando também, através dessas memórias de Wladyslaw Szpilman, o surgimento do Gueto de Varsóvia, quando os alemães construíram muros para encerrar os judeus em algumas áreas e a historia da família Szpilman, que fora enviada para os históricos campos de concentração que disseminou milhares de Judeus graças a um ideal destorcido que os nazistas tinham em mente, sobrevivendo apenas o pianista, que tocava na rádio quando as primeiras bombas, em 1839, caíram sobre a cidade.
Wladyslaw é o único de sua família que conseguiu fugir, sendo obrigado a se refugiar em prédios abandonados espalhados pela cidade, até o fim dos tempos desta perseguição nazista.

15 de novembro de 2013

Now Playing do feriado: Ana Larousse


Ana Larousse é um descobrimento recente. Com um timbre delicado e suas letras poéticas, Larousse não só agradou meus ouvidos como todos os sentidos que possuo. Definitivamente apaixonante. 
Aquela tipica música que quando você escuta, se encanta, canta e pede bis. E uma ótima para um feriado onde tudo que se precisa é de descanso e sossego!